É possível que nossas opiniões contrastem-se, mas saiba: escrevo com o intuito apenas de expressar aquilo que penso.
Deixando de lado a hipocrisia, todos queremos reconhecimento. Uns pelo que são ou possuem, outros pelo que conquistaram.
Os primeiros são aqueles que preocupam-se exclusivamente em ter um corpo escultural, possuir todos os lançamentos tecnológicos ou roupas de grife. Os pseudo-intelectuais também fazem parte desse grupo. Reconhece-los não é difícil. Esses últimos, por exemplo, vangloriam-se por sua pseudo-inteligencia ou pseudo-nerdice, quase sempre falaciosa.
Você pode me achar rude, leitor, mas a verdade é que a busca pelo conhecimento é infinita e o que sabemos sempre será ínfimo diante do mundo. Vangloriar-se por saber uma pequena porcentagem daquilo que nos rodeia é, no mínimo, babaquice.
Preocupe-se com seus verdadeiros objetivos. Quando foi a última vez que pensou sobre o que realmente quer para a sua vida e o quanto isso lhe custará? Para ser alguém escusado basta apenas tempo - tempo para convencer outrem daquilo que você não é - mas gostaria de ser - e esconder sua falta de conteúdo. Agora, se pretende lutar por aquilo que almeja tem de ter consciência que o caminho é tortuoso. Não existe, por exemplo, profissão superior a outra, mas profissionais capacitados e apaixonados que batalharam muito para chegar ao topo. Não importa se você quer ser engenheiro, pedagogo ou médico, seja o melhor e será reconhecido.
Encontre um propósito de vida e acredite nele, não espere que façam isso por você. Seja, também, apaixonado pelo que faz ou pretende fazer e dedique-se. Não seja conhecido, e sim reconhecido.
Deixando de lado a hipocrisia, todos queremos reconhecimento. Uns pelo que são ou possuem, outros pelo que conquistaram.
Os primeiros são aqueles que preocupam-se exclusivamente em ter um corpo escultural, possuir todos os lançamentos tecnológicos ou roupas de grife. Os pseudo-intelectuais também fazem parte desse grupo. Reconhece-los não é difícil. Esses últimos, por exemplo, vangloriam-se por sua pseudo-inteligencia ou pseudo-nerdice, quase sempre falaciosa.
Você pode me achar rude, leitor, mas a verdade é que a busca pelo conhecimento é infinita e o que sabemos sempre será ínfimo diante do mundo. Vangloriar-se por saber uma pequena porcentagem daquilo que nos rodeia é, no mínimo, babaquice.
Preocupe-se com seus verdadeiros objetivos. Quando foi a última vez que pensou sobre o que realmente quer para a sua vida e o quanto isso lhe custará? Para ser alguém escusado basta apenas tempo - tempo para convencer outrem daquilo que você não é - mas gostaria de ser - e esconder sua falta de conteúdo. Agora, se pretende lutar por aquilo que almeja tem de ter consciência que o caminho é tortuoso. Não existe, por exemplo, profissão superior a outra, mas profissionais capacitados e apaixonados que batalharam muito para chegar ao topo. Não importa se você quer ser engenheiro, pedagogo ou médico, seja o melhor e será reconhecido.
Encontre um propósito de vida e acredite nele, não espere que façam isso por você. Seja, também, apaixonado pelo que faz ou pretende fazer e dedique-se. Não seja conhecido, e sim reconhecido.
Um texto como esse revela a angústia da autora em relação à difícil tarefa de conquistar seu espaço no mundo. Ser "bem-nascido" não é garantia de felicidade, assim como apenas o trabalho não é suficiente para alcançar todos os objetivos. Parabenizo a escritora pelo texto brilhante e pelo esforço empregado em sua busca pelo sucesso profissional. Espero que a etapa inicial ocorra brevemente (sei que me entendeu). Abraço.
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